Fonoaudiologia |

17

dezembro

2013

A importância de estabelecer limites

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A importância de estabelecer limites

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Com paciência, explique para a criança quais são as regras que devem ser seguidas dentro e fora de casa. Quando se estabelece que não se pode comer doces antes das refeições, deve-se tomar banho na hora certa e sentar-se à mesa para comer, a criança tende a fazer birra. Nesses momentos, não adianta impor sua vontade pela força. Fale com autoridade e amor.

Persevere

Se você mandou arrumar os brinquedos, mas, ela ainda não obedeceu, não desista e nem faça pela criança. O ideal é insistir na regra umas três ou quatro vezes e repeti-la com paciência, dia após dia.

Olhe nos olhos

Se você se abaixa e olha nos olhos da criança enquanto fala, ela não se distrai. Caso ela desvie o olhar, segure-a pelo rosto com carinho. Ao prestar atenção no que você diz, seu filho absorverá melhor a lição e mudará de atitude mais rápida.

Punir sem violência

Se depois de vários dias insistindo ela, ainda, não cumprir o combinado, pode puni-la. Primeiro, avise-o da punição, caso ela continue desobediente.

Depois, vem o “castigo”. Se ela não cumprir com as obrigações, pode proibir o videogame, a TV ou algo que ela goste. ‘Nunca use violência’, isso deixa marcas negativas na criança.

 

Dê prêmio

Além de estipular regras e “castigos”, também é importante conceder prêmios quando a criança obedecer e acertar. Reconheça o esforço dela e incentive-a a continuar cumprindo as regras. Faça uma estrela num quadrinho pendurado na geladeira toda vez que ele tiver uma atitude positiva. No final de sete dias, que é o tempo ideal para recompensá-la, ofereça um prêmio pela disciplina. Pode ser um brinquedo novo, um passeio ou guloseimas. Antes, combine com a própria criança quais os prêmios adequados.

Foto Ana DanielaANA DANIELA BARBOSA

Graduada em Fonoaudióloga pelas Faculdades Integradas Teresa D’Ávila FATEA (Lorena-SP)

Especialista em Motricidade Orofacial pelo Centro de Especialização em Fonoaudiologia Clínica – CEFAC (São Paulo-SP)

Pós-Graduada em Psicopedagogia Institucional pela Universidade Norte do Paraná – Unopar (Polo Itajubá – MG)

24

novembro

2013

O que eu faço para meu filho gostar de estudar?

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O que eu faço para meu filho gostar de estudar?

Colocar o filho para estudar não é tarefa fácil, fazer com que ele tome gosto pelos estudos é ainda pior em muitos casos.

Foto blogPor este motivo, resolvi colocar aqui no blog algumas dicas que eu passo para pais e pacientes (crianças e adolescentes) que apresentam algum tipo de resistência para os estudos.

·          Sempre fale sobre a importância de aprender;

·         Se ainda tiver, mostre seus cadernos de escola ou conte como era na sua época;

·          Se a criança não quiser fazer as lições ou estudar para as provas, converse e descubra os motivos, já que pode ser por não ter entendido a matéria;

·          Estabeleça horários para o estudo em casa (sendo que este horário pode ser decidido com a criança).

·         Ressaltando que é importante que a criança tenha tempo para brincar e fazer outras atividades que goste;

·         Escolha um ambiente tranquilo para os estudos, sem barulho de televisão ou rádio, este ambiente silencioso vai ajudar na concentração;

·         Faça experiências quando possível para mostrar na prática algum assunto que a criança tenha aprendido na escola;

·         Não fique o tempo todo ao lado da criança, para que não se habitue a fazer a lição apenas com companhia;

·         Oriente seu filho sobre onde e como pode buscar informações sobre o assunto que tem de pesquisar. Porém, deixe que ele se interesse e procure pelo tema sozinho;

·         Dê preferência, na hora da pesquisa, por sites, livros ou outros materiais de fácil entendimento e voltados para crianças;

·         Alerte para que a criança não copie o conteúdo da pesquisa, mas escreva o que entendeu isso é muito importante!

·          Não estimule a memorização dos temas estudados. Peça sempre para explicar o que entendeu;

·         Se não souber responder a uma dúvida da criança, anote e pergunte a questão para a professora.

Foto Ana DanielaANA DANIELA BARBOSA

Graduada em Fonoaudióloga pelas Faculdades Integradas Teresa D’Ávila FATEA (Lorena-SP)

Especialista em Motricidade Orofacial pelo Centro de Especialização em Fonoaudiologia Clínica – CEFAC (São Paulo-SP)

Pós-Graduada em Psicopedagogia Institucional pela Universidade Norte do Paraná – Unopar (Polo Itajubá – MG)

 

17

novembro

2013

Distúrbio de Leitura e Escrita

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DISTÚRBIO DE LEITURA E ESCRITA

A escrita é uma forma de comunicar com o mundo, e ela passa a existir para a criança a partir do momento em que ela já pode ler.

Quando a criança se depara com os sinais gráficos que não pode ler a comunicação perde sua função.

 A leitura tem a função de tornar a escrita significativa e deve ser valorizada no processo de alfabetização.

O distúrbio de leitura e escrita é caracterizado pela dificuldade na aquisição e desenvolvimento da linguagem escrita. As crianças que apresentam defasagem na decodificação fonológica quanto de compreensão da linguagem oral e/ou escrita.

As características são evidentes durante o processo de aprendizagem da leitura e escrita, na pré-escola podem aparecer alguns sinais de dificuldades mais amplas como um vocabulário pobre, uso inadequado da gramática e dificuldades no processo fonológico.

Também, pDLEodem ter dificuldades em manter a atenção e de narrar fatos e acontecimentos e dificuldades em interpretar textos.

Estas dificuldades na grande maioria geram sobre a criança uma frustração e insegurança em todo o seu processo de leitura e escrita.

Os distúrbios de leitura e escrita têm causas variadas, podendo ser orgânicas, psicológicas, pedagógicas ou culturais.

O fonoaudiólogo atua nesta área em parceria com o professor, promovendo o entendimento da funcionalidade da escrita e da leitura, e no estabelecimento de uma relação satisfatória e prazerosa na elaboração, interpretação e organização de textos.

 

Foto Ana DanielaANA DANIELA BARBOSAGraduada em Fonoaudióloga pelas Faculdades Integradas Teresa D’Ávila FATEA (Lorena-SP)

Especialista em Motricidade Orofacial pelo Centro de Especialização em Fonoaudiologia Clínica – CEFAC (São Paulo-SP)

Pós-Graduada em Psicopedagogia Institucional pela Universidade Norte do Paraná – Unopar (Polo Itajubá – MG)

9

novembro

2013

O que realmente é hiperatividade?

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O que realmente é hiperatividade?

hiperatividadeA hiperatividade é uma doença hereditária que pode afetar indivíduos de todas as idades, porém é mais fácil percebe-la na infância.

Atualmente é considerada um transtorno psíquico infantil que tem como sintomas:  

  • Inquietude constante, ou seja, a criança não para quieta, mesmo quando é necessário e solicitado;
  • A criança tem muita dificuldade de prestar atenção e o pouco que consegue não é suficiente;
  • A criança esquece o que tem para fazer com muita facilidade;
  • A impulsividade é muito marcante nas crianças com hiperatividade, elas agem antes de pensar, respondem antes que se termine a pergunta;
  • Tem dificuldades de persistir em atividade, ou seja, não termina tarefas e evita as que necessitam de algum esforço;
  • A desorganização faz parte do seu dia a dia e não segue as instruções dadas pelos adultos;
  • Aborrece-se facilmente e por isso, tem baixa autoestima;
  • Finge-se de “surda” para não atender aos pedidos, com medo de não dar conta de realiza-los.

Muitos pais, profissionais da saúde e da educação têm dificuldades em diagnosticar a hiperatividade, uma vez que ficam em dúvida, se o que falta à criança é limite.

Mas, se observarmos mais de uns sintomas frequentes é necessário procurar uma neuropediatra, para que ele possa iniciar as avaliações. E se a criança for diagnosticada como hiperativo, inicia-se o tratamento que pode ser medicamentoso, e com auxílio de terapia caso haja um déficit na aprendizagem decorrente da dificuldade de atenção.

 

Foto Ana DanielaANA DANIELA BARBOSA

Graduada em Fonoaudióloga pelas Faculdades Integradas Teresa D’Ávila FATEA (Lorena-SP)

Especialista em Motricidade Orofacial pelo Centro de Especialização em Fonoaudiologia Clínica – CEFAC (São Paulo-SP)

Pós-Graduada em Psicopedagogia Institucional pela Universidade Norte do Paraná – Unopar (Polo Itajubá – MG)

26

outubro

2013

Fonoaudiologia Escolar

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Saiba como ajudar no desenvolvimento de linguagem do seu filho

Figura blog

              –  A família tem papel fundamental na estimulação da fala da criança. Quanto mais a criança for exposta a estímulos (conversas, músicas e histórias), maiores condições ela terá de adquirir a própria linguagem.

           –  Aproveite os momentos de maior atenção da criança para conversar com ela, usando palavras simples e frases curtas.

                 –   Pronuncie corretamente as palavras, sem usar o diminutivo; Repita sempre as palavras ditas pelo seu filho de maneira correta e motivadora, sem infantilizar a sua fala.

                 –    A criança precisa sentir a necessidade de falar. Não a atenda de imediato quando ela tentar se comunicar através de gestos e balbucios, mesmo que você saiba exatamente o que ela deseja.

– Aproveite as situações cotidianas como a hora do banho e da alimentação, assistir TV, brincar, passear, para estimulá-la, dizendo o nome e as funções dos brinquedos, objetos, partes do corpo, alimentos.

  Cantar músicas é excelente para estimular o ritmo da expressão verbal. Cante sempre e estimule a criança a cantar com você; deixe que ela complete algumas palavras da canção.

–  Mostre interesse pela leitura, interprete histórias. Conte a mesma história várias vezes.

  A melhor maneira de conversar com uma criança é de frente, olhando nos olhos dela. Este ato passa segurança para a criança.

  Todos que convivem com a criança devem estar comprometidos em estimular o ser desenvolvimento.

  Se precisar de maiores esclarecimentos, procure o serviço de fonoaudiologia da escola para que possamos juntos auxiliar no bom desenvolvimento da criança.

 

Foto Ana DanielaANA DANIELA BARBOSA

Graduada em Fonoaudióloga pelas Faculdades Integradas Teresa D’Ávila FATEA (Lorena-SP)

Especialista em Motricidade Orofacial pelo Centro de Especialização em Fonoaudiologia Clínica – CEFAC (São Paulo-SP)

Pós-Graduada em Psicopedagogia Institucional pela Universidade Norte do Paraná – Unopar (Polo Itajubá – MG)