Dificuldade de Aprendizagem |

20

novembro

2013

Estão chegando as férias!!!!!!

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Férias escolares!!!!!!!

As férias estão chegando e as crianças reclamam que ficam sozinhas em casa, longe dos amigos, porque os pais têm que trabalhar. Por isso segue algumas dicas de como se divertir nas férias sem viajar:

·       Contatos sociais com pessoas da família como avós, primos e tios, para que as crianças possam visitá-los em alguns dias, são ótimas opções de entretenimento.

·       Manter contato com os colegas de escola também é uma forma agradável de divertir as crianças nas férias. Combinar passeios também será uma forma atrativa de mantê-los unidos durante o período das aulas, pois as amizades tornam-se mais solidificadas.

·       Lembrando que nos finais de semana os passeios e diversões devem ficar por conta dos pais, para que os pequenos não se sintam abandonados e sozinhos. Programem atividades que a família possa interagir junta, como: piquenique, passeios ao parque de diversão, zoológico, trilhas e caminhadas ecológicas, a praias, clubes, onde possam jogar bola, frescobol e tomar aquele sorvete.

·       Dias de chuva: filmes e vídeo games também são ótimas atividades para que as crianças não sintam tédio.

·       Shoppings é uma boa forma de diversão, pois capalá é possível fazer um bom lanche, ir ao cinema, brincar em jogos de fliperama.

·       Algumas livrarias agendam momentos de contação de histórias, com fantoches, livros atrativos e até personagens caracterizados.

·       Também são oferecidas em algumas cidades atividades como colônia de férias que também são consideradas ótimas atividades para as férias.

O importante é a família se organizar para que tudo corra na mais tranquila ordem, para atender os filhos que merecem um descanso de qualidade.

 

Fonte: Revista Brasil escola

CinthiaCinthia Cristine Rodrigues

Pós-graduada em Psicopedagogia (UNOPAR)

Graduada-Bacharel e licenciatura em Biologia(FEPI)

 

13

novembro

2013

Dificuldade de Aprendizagem

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Dificuldade de aprendizagem

1Nos dias atuais, o assunto dificuldade de aprendizagem é muito comum, e existem estudos e pesquisas que buscam uma resposta para explicar esse tipo de distúrbio, para ajudar os alunos a superar problemas relacionados a esse tema. Podem-se citar termos como distúrbios, déficits, desordens, bem como explicações sobre incapacidades discentes e até mesmo certos tipos de rotulações, que acabam sendo usados para justificar problemas relacionados ao rendimento escolar.

A realidade escolar revela um número crescente de crianças com dificuldades de aprendizagem, o que está longe de ser considerado um fato isolado, pois esse tema tem sido alvo de inúmeras preocupações e discussões no ambiente escolar. Pode-se dizer que é um quadro alarmante, e muitas pesquisas têm buscado respostas, na tentativa de compreender esse problema, que para muitos profissionais é de difícil solução (LUCCA et al, 2008).

É preciso ter um olhar diferenciado sobre o fracasso escolar, possibilitando à escola rever sua função, que tem a tarefa de proporcionar ao indivíduo o que é indispensável à sua formação enquanto ser humano, capaz de agir no mundo, cidadão com direitos e deveres, e mais tarde como profissional, sendo capaz de desempenhar suas funções de forma competente. Por isso, essa nova visão traz uma escola mais inclusiva e democrática, com uma mudança no foco da questão, buscando a compreensão da não aprendizagem, e não buscando somente justificar (LUCCA et al, 2008).

CinthiaCinthia Cristine Rodrigues

Pós-graduada em Psicopedagogia (UNOPAR)

Graduada-Bacharel e licenciatura em Biologia(FEPI)

 

 

6

novembro

2013

Discalculia

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Discalculia

1A discalculia é um termo usado para indicar as dificuldades em matemática, onde o aluno pode dominar aspectos operatórios, como por exemplo, as quatro operações e tabuadas, no entanto, pode encontrar dificuldade em colocá-las em prática nos problemas de matemática. Não é capaz de entender o enunciado dos problemas, porque tem dificuldade na leitura do mesmo, sendo incapaz de compreender o mecanismo do calculo e a solução dos problemas. É um quadro considerado raro, e acontece sempre acompanhado de outras síndromes. (DROUET, 1990)

Suas características incluem:

·        Dificuldades para ler mapas e gráficos;

·        Dificuldades para executar cálculos matemáticos;

·        Dificuldades para realizar desenhos geométricos;

·        Dificuldade para se orientar;

·        Dificuldades para associar símbolos auditivos e visuais;

·        Dificuldades para aprender os sistemas cardinal e ordinal de contagem;

·        Dificuldade para compreender as relações de quantidade, ordem, tamanho, espaço e distancia;

·        Distúrbios de percepção visual e espacial;

·        Dificuldades para compreender experiências não verbais.

 

O psicopedagogo é o profissional indicado no tratamento da discalculia, que é feito em parceria com a escola onde a criança estuda. Geralmente os professores desenvolvem atividades específicas com esse aluno, sem isolá-lo do restante da turma.

 

CinthiaCinthia Cristine Rodrigues

Pós-graduada em Psicopedagogia (UNOPAR)

Graduada-Bacharel e licenciatura em Biologia(FEPI)

30

outubro

2013

Disortografia

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Disortografia

1De acordo com Coelho (2004) a disortografia é a dificuldade de aprendizagem e do desenvolvimento da escrita que atinge muitas crianças em toda parte do mundo. Ela se caracteriza como sendo um transtorno da escrita que gera a desordem na estrutura da frase.

Suas principais características são:

·        Troca de letras similares em sua sonoridade

·        Adição de silabas

·        Omissão de letras

·        Separação indevida de silabas

·        Inversão de letras

·        Junção indevida de palavras (Coelho, 2004)

O que pode fazer:

·        Encorajar as tentativas de escrita da criança, mostrar interesse pelos trabalhos escritos e elogiá-la.

·        Incitar a criança a elaborar os seus próprios postais e convites, a escrever o seu diário no final do dia como rotina.

·        Não valorize os erros ortográficos da criança uma vez que estes já são motivo de repreensão e frustração.

·        Não corrija simplesmente os seus erros, mas tente antes procurar a solução com a criança (ex.: “qual a outra letra que podemos usar para fazer esse som?”).

·        Recorra a livros de atividades que existem no mercado que permitem à criança trabalhar os vários casos de ortografia.

·        Não sobrecarregue a criança com trabalhos e fichas que a cansem e a levem a ver as atividades acadêmicas como desagradáveis. Também é preciso brincar.

 

CinthiaCinthia Cristine Rodrigues

Pós-graduada em Psicopedagogia (UNOPAR)

Graduada-Bacharel e licenciatura em Biologia(FEPI)

 

23

outubro

2013

Principais distúrbios de aprendizagem

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Disgrafia

1Segundo Morais (2006p.135) a disgrafia pode ser definida como deficiência na qualidade do traçado gráfico, onde a deficiência não pode ter como causa um déficit intelectual ou neurológico. Pode ser traduzida pela apresentação de uma “letra feia”, mas não está associada à disortografia.

 

Sintomas:

·        Lentidão na escrita

·        Letra ilegível

·        Escrita desorganizada

·        Desorganização geral na folha por não possuir orientação espacial

·        Desorganização das formas: tamanho muito pequeno ou grande

·        Escrita alongada ou comprida (Morais, 2006)

 

O que pode fazer:

  • Encorajar a expressão através de diferentes materiais (plasticina, pinturas e lápis). Todas as tarefas que impliquem o uso das mãos e dos dedos são positivas.
  • Incentivar a criança a recortar desenhos e figuras, a fazer colagens e picotar.
  • Propor situações em que a criança utilize à escrita (ex.: escrever pequenos recados, fazer convites e postais).
  • Fazer atividades como contornar figuras, pintar dentro de limites, ligar pontos, seguir um tracejado, etc.
  • Deixar a criança expressar-se livremente no papel, sem corrigir nem julgar os resultados.

 

CinthiaCinthia Cristine Rodrigues

Pós-graduada em Psicopedagogia (UNOPAR)

Graduada-Bacharel e licenciatura em Biologia(FEPI)